Um século depois, SP vive nova onda imigratória síria

Uma das colônias que mais influenciaram a vida paulistana no último século voltou a crescer. A nacionalidade síria, que nem sequer constava mais da lista de refugiados no Brasil, passou a ocupar o sexto lugar em 2012 – e a maioria dos imigrantes acaba em São Paulo, onde foram feitos 67% dos pedidos. Para acolher os recém-chegados, comerciantes e empresários compatriotas arrecadam recursos para alugar casas e comprar comida. O motivo da nova onda migratória é a guerra civil no país do Oriente Médio que, prestes a completar dois anos, já matou cerca de 70 mil cidadãos e obrigou mais de 700 mil a fugir, segundo dados da ONU. O vendedor Jihad Mohammed, de 33 anos, foi um deles – saiu da Síria com a família após ter a casa destruída por um míssil. Subornou agentes do Exército para chegar ao Líbano e de lá vir para o Brasil. "Se voltar, eu morro”, diz (Por Artur Rodrigues, O Estado de S.Paulo). Leia mais em:

Liberdade paulistana surpreende refugiada (O Estado de S.Paulo)

‘Eram agricultores e viraram comerciantes’ (O Estado de S.Paulo)

Brasil continua sem embaixada no país (O Estado de S.Paulo)